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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

FRETILIN - História antes da Restauração da Independência

1975 FRETILIN e Falintil
Ermenegildo Alves, Rogerio Lobato
Francisco Xavier do Amaral e Nicolau Lobato


A Fretilin foi fundada em 20 de maio de 1974, inicialmente conhecida como Associação Social Democrata Timorense (ASDT). A ASDT se renomeou a Fretilin em 11 de setembro de 1974 e assumiu uma posição mais radical, proclamando-se o "único representante legítimo" do povo timorense. Em resposta a um golpe da União Democrata Timorense (UDT) em 11 de agosto de 1975, a Fretilin formou rapidamente uma ala armada chamada Falintil, que surgiu vitoriosa após uma guerra civil de três semanas. Falintil continuaria a fazer guerra contra o exército indonésio durante sua invasão em 7 de dezembro de 1975 e ocupação subsequente.

A Fretilin declarou formalmente a independência de Timor-Leste a partir de Portugal em 28 de novembro de 1975 e inaugurou um gabinete de 18 membros com membros do Comitê Central da Fretilin, com Xavier do Amaral como presidente e Nicolau dos Reis Lobato como vice-presidente e primeiro-ministro. Os dois homens caíram à medida que as pressões da ocupação aumentavam, e em setembro de 1977 Lobato mandou Amaral preso por "alta traição". Em 13 de dezembro de 1978, Nicolau Lobato, o sucessor de Amaral como presidente, foi morto pelo exército indonésio. Mau Lear tornou-se o novo presidente até que ele foi rastreado e executado em 2 de fevereiro de 1979. 

A Fretilin passou por uma enorme pressão no final da década de 1970. De setembro de 1977 a fevereiro de 1979, apenas 3 dos 52 membros do Comitê Central da Fretilin sobreviveram. Recuperação e unidade nacional a Fretilin sobreviveu apesar do colapso militar e foi lentamente reconstruída sob a liderança relativamente moderada e nacionalista de Xanana Gusmão. 


Entre março de 1981 e abril de 1984, a Fretilin era conhecida como Partido Marxista-Leninista Fretilin (PMLF), e o marxismo-leninismo foi oficialmente declarado ideologia do partido. O nome foi alterado em 1984 - e a política revolucionária abandonada - para fortalecer a unidade nacional e adquirir o apoio da UDT e da Igreja Católica. 

Fontes:
 "Chega"  CAVR. / Bartrop, Paul R / wikipedia

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Pakar Kanker Hati di Australia Ini Berasal Dari Timor Timur

Dr Angeline Lay beruntung dapat lulus dari sekolah. Sekarang, dia adalah peneliti kanker hati terkemuka di Centenary Institute. ABC: Mary Lloyd
Di sebuah laboratorium sederhana di Sydney, New South Wales (NSW) seorang ilmuwan menyoroti sirosis dan kanker hati - kanker yang membunuh orang Australia pada tingkat pertumbuhan tercepat.

Dr Angelina Lay adalah seorang ilmuwan terkenal yang bangga bahwa dia dapat membantu perawatan lanjutan untuk penyakit hati, namun realitasnya bahwa dia berhasil lulus sekolah saja sudah merupakan satu keajaiban.

Dr Angelina Lay baru bersekolah ketika umur 12 tahun, dan dia dua kali bergabung dengan sekolah yang mengajar dalam sebuah bahasa yang hampir tidak dia mengerti.

Baca berita selengkapnya:
http://www.australiaplus.com/indonesian/sosok/proril-dr-angelina-lay/9422384

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

"O Voo do Pombo" - Memórias de Falur Rate Laek em livro


O Voo do Pombo

Memórias do antigo guerrilheiro da resistência timorense, Falur Rate Laek (Domingos Raúl). O livro será apresentado brevemente em Timor-Leste (em língua portuguesa), com prefácios do Doutor Jorge Sampaio (antigo Presidente da República de Portugal) e Almirante Silva Ribeiro (atual Chefe de Estado Maior da Marinha de Portugal).

Uma memória singular, bem diferente do habitual livro biográfico dos heróis, com momentos muito emocionantes, que passam acima de tudo uma mensagem, um testemunho. Vale a pena ler!

Organização e revisão de Ângelo Ferreira e Ana Margarida Ramos.

#timor #timorleste #timorenses

Fonte: https://www.facebook.com/angelo.ferreira.oficial/posts/10156216943999180

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Albergue to launch book on East Timor independence

East Timor's Independence, Indonesia and ASEAN - Professor Jean A. Berlie
Albergue SCM will be hosting a book launch ceremony on February 2 for a new work titled “East Timor’s Independence, Indonesia and ASEAN”. During the launch ceremony, book author and editor Professor Jean A. Berlie, a researcher at the Education University of Hong Kong, will share his views on the research topics that are discussed in his book.

Berlie’s book explores how history and cultural traditions have shaped Timorese politics, as well as the role that Indonesia and ASEAN (The Association of Southeast Asian Nations) play in the country’s future. It provides a glimpse of the complex political system through a perspective that takes into consideration the Portuguese colonization, Indonesian neo-colonialism and the United Nations missions.

The work also addresses broader issues such as the politics of modernization, development and youth education.

According to a note authored by Berlie, “the possibilities presented by the new president, Luo-Olo, as well as the upcoming parliamentary elections, make this project a timely contribution that confirms the vibrancy of East Timor’s democratic process and bi-party political system.”

Berlie is a researcher at the Education University of Hong Kong and a member and former vice-president of the Association of Research on Southeast Asia, Paris. He is also a member of the board of Tai Culture within SEACOM (Southeast Asia Communication Centre), Berlin. He teaches at Lingnan University, Hong Kong and Jinan University, Guangzhou: Institute of Southeast Asian Studies.

He has published several books and articles on Chinese and Southeast Asian politics and international relations, including a 2012 piece, titled “The Chinese of Macau a Decade after the Handover”.

The book launch ceremony will be conducted in English with free admission.


Read more:
https://macaudailytimes.com.mo/albergue-launch-book-east-timor-independence.html
http://www.palgrave.com/de/book/9783319626291

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Ramos-Horta vai protestar por retrato de Timor-Leste em série norte-americana

José Ramos-Horta
Díli, 09 out (Lusa) - O ministro timorense José Ramos-Horta vai apresentar um protesto formal pelo retrato feito de Timor-Leste como um país controlado por um cartel de droga mexicano, no arranque da nova temporada da série de ficção norte-americana Madam Secretary.

Timor-Leste domina o enredo do episódio de arranque da quarta temporada da série de ficção política da CBS misturando factos reais - como a atual disputa sobre fronteiras marítimas com a Austrália - com erros (colocam essa disputa no Mar do Sul da China) e com um retrato "abusivo" do país.

"Isto só revela a cambada de ignorantes que prevalecem nos Estados Unidos quando Timor-Leste está bem longe da China, não tem sequer fronteira de qualquer espécie com a China", disse à Lusa o ministro de Estado, José Ramos-Horta.

"Vou ver com amigos dos Estados Unidos e gente de Hollywood para protestar contra isto. É uma difamação contra um país, que só mostra ignorância e racismo", afirmou.

O episódio arranca com a chegada da personagem principal, Elisabeth MCourt (interpretada pela atriz Tea Leoni), às Nações Unidas onde é interpelada pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros timorense, Rogerio Bento (interpretado por Raúl Aranas) com quem a delegação norte-americana promete um contacto posterior.

Um assessor explica que a interpelação "deve ter que ver com a disputa de fronteiras marítimas entre Timor-Leste e a Austrália no Mar do Sul da China".

No episódio, Timor-Leste é caracterizado como um país controlado por um cartel mexicano de droga que usa o território como um centro de distribuição.

Os EUA acabam por recorrer à China para agir, ajudando a deter o líder do cartel de droga para evitar que "Timor-Leste se torne um narco-Estado".

ASP // PJA
Lusa/Fim
Courtesy of CBS
'Madam Secretary' season 4 spoilers: Elizabeth to be blamed by Timor-Leste vice minister's death
Once she arrives, Elizabeth brushes off the assistant vice minister of Timor-Leste, who’s clamoring for a meeting with her. But when China pulls out of a free speech resolution… and China just happens to be in the middle of a maritime dispute with Timor-Leste, Elizabeth sees the wisdom of meeting with the assistant vice minister — if only to tick off China.